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terça-feira, 28 de maio de 2013

Resenha: Presentes da vida



Sinopse:
           Darcy Rhone sempre teve todos os homens aos seus pés. Tinha um emprego glamouroso, um seleto círculo de amizades e um noivo perfeito, Dexter Thaler. No entanto, tudo mudou quando Darcy se envolveu com o melhor amigo de seu noivo... Seu noivado acabou, e perdeu a melhor amiga, Rachel. Incapaz de assumir responsabilidades e de enfrentar todo esse mal-estar, Darcy foge para Londres, para a casa de um amigo de infância, imaginando que poderia passar uma borracha em tudo isso. Mas, para seu desânimo, Londres se torna um mundo estranho, onde seus truques de sedução não mais funcionam e onde sua sorte parece ter se evaporado. Sem amigos nem família, Darcy precisa dar novo rumo à sua vida, e assim, começar uma linda trajetória rumo ao crescimento e ao amor.
                                                                                                                (retirado do skoob)
   

Resenha:
        Até que ponto prioridades são realmente prioridades? Após terminar seu noivado com o promissor Dexter Thaler, Darcy Rhone investe em uma nova vida, carregando um filho de seu ex-amante Marcus. Contudo, assume o papel de vítima ao descobrir sua melhor amiga Rachel em um momento constrangedor com Dexter.
        Apesar desse conflito, ela faz muitos planos futuros para sua nova família. Sua empolgação não dura muito, pois o relacionamento com Marcus começa a declinar. Darcy então precisa se virar sozinha.
      A protagonista é característicamente egoísta, fútil e iludida. Por isso, uma grande parte da narrativa tende ao tedioso. Ela assume um comportamento infantil, que pode gerar uma antipatia do leitor para com ela. Com o desenrolar do enredo, porém, Darcy amadurece, e isso põe sua atitude inicial em outra perspectiva. É possível observar seu progresso moral e crescimento pessoal. As ultimas páginas são emocionantes, e valem por todo o livro.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Resenha: O diabo veste prada

 
Sinopse:
       Nesse irresistível romance, o leitor irá conhecer Andrea Sachs, uma jovem recém-formada que conquista um emprego que deveria deixar roxas de inveja milhares de garotas: o de assistente de Miranda Priestly, reverenciada editora da revista Runaway Magazine, a mais bem-sucedida revista de moda do momento. Logo ela percebe, porém, que o emprego pelo qual um milhão de meninas daria a vida para ter pode simplesmente acabar com a dela.
                                                                                        (retirado do skoob)


Resenha:
        Andrea Sachs acaba de se formar, e está a procura de um emprego. Ela espera conseguir algo como escritora, mas em vez disso, surge uma oportunidade como assistente da editora da revista Runaway, Miranda Priestly.
         Apesar de não conhecer a figura, ela percebe que Miranda é bastante privilegiada no mundo da moda, e que essa oportunidade pode ser fundamental para uma boa referencia profissional futura. Então, ela decide ficar com o emprego por um ano (o tempo que Miranda leva para promover seus empregados) e depois procurar algo que esteja mais próximo de seus objetivos.
       Contudo, ela não imaginava o quão difícil esse ano se tornaria para ela. Miranda é uma chefe rígida e, de certo modo, atroz. Suas exigências colocarão em risco os relacionamentos de Andrea com os amigos, com o namorado, e mesmo com a família, e ela terá que aprender a lidar com a nova responsabilidade.
       O livro é cheio de voltas, e sempre para no mesmo lugar. Fato que o torna chato em alguns momentos, e entediante em todos eles. Lauren Weisberger poderia ter sido melhor, investindo em uma carga emocional maior e enxugando um pouco a estória.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Resenha: Melancia



  
Sinopse: 
         Foi demais da conta para Claire o dia do nascimento da sua filha. Ao acordar no quarto do hospital depara com o marido olhando-a na cama. Deduzindo tratar-se de algum tipo de sinal de respeito, ela nem suspeita de que ele soltará a notícia de sua iminente separação: "Ouça, Claire, lamento muito, mas encontrei outra pessoa e vou ficar com ela. Desculpe quanto ao bebê e todo o resto, deixar você desse jeito..." Em seguida, dá meia volta e deixa rapidamente o quarto. De fato, ele sai quase correndo. Com 29 anos, uma filha recém-nascida nos braços e um marido que acabou de confessar um caso de mais de seis meses com a vizinha também casada, Claire se resume a um coração partido, um corpo inteiramente redondo, aparentando uma melancia, e os efeitos colaterais da gravidez, como, digamos, um canal de nascimento dez vezes maior que seu tamanho normal! Não tendo nada melhor em vista, Claire volta a morar com sua excêntrica família: duas irmãs, uma delas obcecada pelo oculto, e a outra, uma demolidora de corações; uma mãe viciada em novelas e com fobia de cozinha; e um pai à beira de um ataque de nervos. Depois de muitos dias em depressão, bebedeira e choro, Claire decide avaliar os pós e contras de um casamento de três anos. E começa a se sentir melhor. É justamente nesse momento que James, seu ex-marido, reaparece, para convencê-la a assumir a culpa por tê-lo jogado nos braços de outra mulher. Claire irá recebê-lo, mas lhe reservará uma bela surpresa... 
                                                                                                    (Retirado do skoob)




Resenha:


         A partir da personagem Claire, recém traída e abandonada pelo marido James, Marian Keyes mostra os diversos lados de uma mulher: o sensível, que imerge C. em um estado de depressão. Aquele momento no qual qualquer pessoa passa, independente do acontecido: querer deitar na cama e não querer mais sair, até que o pesadelo acabe, e você possa dar graças a Deus por ser só um sonho. Mas em algum momento, a situação muda, e o lado irado de Claire toma partido.

    " Pensava em James. E pensava em meu James com outra mulher. (...) Minha reação era atirar um livro na televisão, alguns sapatos na parede ou a mamadeira de Kate pela janela. Qualquer coisa que estivesse à mão ou próxima seria atirada numa superfície adjacente."

        Todos esses lados, essas diferentes crises, caracterizam Claire como um personagem verossímil, uma    mulher real. O livro é muito importante no tocante a lições que devem ser aplicadas no cotidiano. Melancia traz à tona uma questão muito importante na vida de todas as mulheres: o amor próprio. Claire é por vezes infantil, idealista e egoísta, sim. Mas percebe que não deve submeter-se ao que os outros querem e esquecer suas próprias vontades. Pois é. Ela chora, briga, grita, xinga, mas se levanta e segue em frente.