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segunda-feira, 19 de maio de 2014

O bebê de Rosemary: Primeiras impressões

      
      
      Com mais de uma hora de duração, o primeiro episódio da minissérie O bebê de Rosemary já chegou criando expectativas. Mas para quem achava que seriam 75 minutos de constantes sustos e cenas apavorantes (como eu), ficou desejando mais. Bem mais. A trama é bem desenvolvida e misteriosa, devo admitir. Trata-se de um casal americano, Guy e Rosemary, que conseguem enfim transformar o sonho de ter um bebê em realidade. Mas em um exame de ultrassom, o bebê é dado como morto ainda dentro do útero, pois não havia batimento cardíaco. Um tempo depois do trauma, o casal muda para a França. Rosemary faz amizade com uma senhora rica por lá, então tudo muda muito rápido. E as coisas começam a ficar muito estranhas também. Não vou contar, senão acabo narrando o episódio inteiro, haha. 
         Como eu havia citado, é tudo questão de mistério por enquanto. Muitos o que [s]? e por que[s]? São levantados durante esse primeiro episódio. É apenas uma explanação do contexto inicial. Mas sendo uma minissérie, não há muito espaço para blá blá blá, então espero que o próximo episódio seja mais esclarecedor. E mais assustador também, já que esse elemento ficou faltando.  


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Série do dia: Hostages (e o porquê não deu certo)



    Grandes poderes geram grandes responsabilidades, é o que dizem. A doutora Ellen Sanders vai entender esse ditado na pele do pior jeito possível. Após ser cotada para realizar uma cirurgia séria no presidente dos Estados Unidos, ela e sua família são surpreendidos por um esquema político para matar o seu paciente. A missão é que ela mate o presidente na mesa de cirurgia, de modo que pareça acidental e por causas normais. Para coagi-la, Duncan Carlisle (o homem a frente da missão) os faz de reféns até que tudo esteja feito. Mas não será tão simples como ele imagina.


    Ellen é uma personagem forte e corajosa, que não abre mão dos seus valores. Diante disso, e do fato de que a operação tem várias falhas, vão acontecendo tropeços e reviravoltas bem interessantes na trama. Em geral, é uma proposta muito boa, e o desenvolvimento dela também foi bem executado. O enredo tenta provar as várias faces de um mesmo objetivo: cada personagem tem um perfil diferente e bem delineado, e isso é um dos pontos mais altos da série.


Porque não deu certo?

   Hostages foi bastante rejeitada pelo público. Pessoalmente, eu não vi problemas tão sérios como comentaram. A atuação de Toni Collete poderia ter sido melhor, com mais expressão e mais dramaticidade. O fator romântico que inseriram entre Ellen e Duncan também ficou fora de contexto, já que não deram continuidade. Mas em geral, foi um roteiro complexo e bastante humanizado. Os episódios finais são emocionantes e cheios de adrenalina, e o fechamento da série fica em aberto. É certo que não duraria muito mais, então o não prolongamento para uma possível nova temporada é previsível. Permito-me, por isso, afirmar que talvez Hostages teria mais sucesso em formato cinematográfico.  



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Top 5: Fantasias que vemos nos seriados



        Vestir fantasias é um hábito muito comum nos "states" durante o Halloween, e não só para as crianças que vão às ruas pedir doces ou travessuras. Muitos dos nossos queridinhos das telinhas já se caracterizaram de um jeito muito especial e divertido. Por isso, eu fiz uma listinha com cinco seriados em que seus personagens alguma vez se fantasiaram. Vamos ver no que deu?



5º lugar: Infelizmente, The Secret Circle foi cancelado sem que sequer dessem um final decente para os personagens, e deixou muitas saudades para seus fãs. Mas uma coisa, ele certamente proporcionou:  ver Cassie e Faye lindas e poderosas, vestidas de abelinha e chapeuzinho vermelho (respectivamente).


4º lugar: The Big Bang Theory também marcou presença nessa lista. A foto de cima é de um dos episódios mais antigos, e a de baixo é mais atual. O Leonard está vestido de hobbit e a  Penny de gatinha. Howard e Bernadette vestem uma fantasia de casal: papai Smurf e Smurfete.


3º lugar: How I Met Your Mother pode até ser uma série de comédia, mas às vezes é cheia de mistério. Um deles é da Abóbora Safadinha, uma garota que Ted conhece em uma festa de Halloween, e com quem acaba tendo um momento bem especial. Ela entrega seu telefone a ele escrito na embalagem de um doce, que ele entrega para uma criança por engano e, por isso, perde o contato com a garota. Alguns episódios mais tarde ele até reencontra ela, mas não dá certo. O que não significa que ela não tenha importância na estória. O apelido dado devido á fantasia é um dos mitos da série.


2º lugar: Nada mais cômico que o Chandler vestido de coelhinho e o Joey vestido de Chandler (com direito a imitação e tudo). Esse é um dos episódios marcantes de Friends, mesmo que os fãs (leia-se EU) acreditem que todo episódio na série é marcante. Para completar, tem a queda de braço entre Ross e Chandler, em que este faz caras e bocas na tentativa de vencer.


1º lugar: A série Pretty Little Liars tem toda uma tradição com o Halloween. Os episódios de dia das bruxas guardam os maiores segredos, maiores suspenses e... As melhores fantasias! Todo ano eles trazem um figurino mais surpreendente que o anterior.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Série do dia: Icarly

    
    
     Sim, ok. Talvez Icarly não seja considerado exatamente uma série. Nem tenha muitos admiradores. Mas traz um humor divertido e sem apelações, o que conta muitos pontos para ele. Atendendo a um público bem jovem, segue o perfil Nickelodeon de ser.
        Tudo começa quando Carly , junto com seus amigos Freddie e Sam, decide iniciar um web show para poder fugir das ordens dos adultos. Mas o Icarly consegue muitos fãs e alcança fronteiras que eles nem imaginavam. Para apoiar em todo o processo, está Spencer, o irmão da Carly. Ele é um artista que volta ou outra está aprontando junto com os três amigos.
      Os personagens são bem caracterizados, e as tiradas de humor são eficientes. O mais interessante é como o foco não está direcionado apenas da personagem da Miranda Cosgrove, como sugere o nome do programa. Sam e Freddie tem seu espaço também, e conseguem se desenvolver e crescer como personagens no decorrer das temporadas.


terça-feira, 24 de setembro de 2013

Série do dia: Once Upon a Time

      
      Era uma vez... O mundo dos contos de fada, que por causa de uma maldição lançada pela bruxa da Branca de neve, foi transportado para o mundo real e parou no tempo. Os personagens não se lembram de quem são, e vivem vidas comuns sem magia e finais felizes. Mas a esperança é a última que morre: existe uma pessoa que pode salvar todos desse trágico acontecimento. Emma, filha da Branca de Neve, é destinada a ser a salvadora da pátria. Mas um detalhe: para isso ela precisa descobrir e acreditar suas verdadeiras origens.


        Once Upon a Time é uma série estrelada na ABC, que já carrega duas temporadas (com mais uma a caminho!) na bagagem. Ela traz uma releitura dos contos de fada, entrelaçando intimamente as estórias uma à outra, e criando um conflito que engloba todos esses conhecidos e queridos personagens.


        Mas por que assistir? É possível ter um olhar sobre personagens vistos na infância, uma análise mais madura deles. É possível ter mais contato com personagens pouco conhecidos, e mundos que deveriam ser literariamente mais explorados. Para quem não curte muito o embalo da magia e finais felizes, há ação e aventura para compensar.

       A maçã envenenada sob um novo ponto de vista

       O enredo é muito intrincado e bem escrito. Para tudo há uma razão, e nada é exposto na série sem motivos. Os personagens são apaixonantes, e tem seu perfil muito bem trabalhado. Estrelando, temos a Jennifer Morrison, Ginnifer Goodwin, Lana Parrilla, Josh Dallas, Jared S. Gilmore e Robert Carlyle. O que levanta mais um grande motivo para se deliciar com o seriado: o elenco é lindo!

 
  Eles não são muito divos? *-*

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dica de seriado: Friends


   Viver é recordar. Friends, grande série de humor que marcou gerações, fez avós,pais e filhos sorrirem com um humor leve. Leia-se leve como significado de diferente de seriados como Two and a Half Men, que expõe o sexo de maneira inadequada e apelativa (sinto ataques a mim muito em breve, mas essa é minha opinião). A vida dos seis amigos Ross, Joey, Mônica, Rachel, Phoebe e Chandler é mostrada em seus altos e baixos, mas em que sempre um pode contar com o outro.
      Muitas confusões são arrumadas nas dez temporadas, que duraram de 1994 até 2004, em que lançaram o episódio final (The last one). Tudo começa no dia em que, reunidos na cafeteria Central Perk, Ross anuncia a confirmação do seu divórcio, e Rachel entra em cena, fugindo de seu casamento com Barry, o dentista. Rachel decide então morar com Mônica (irmã mais nova de Ross e sua amiga de colégio), e se tornar independente do pai, que a sustentava. Joey e Chandler são vizinhos de Mônica e Rachel, sendo que Chandler já era conhecido de Ross da faculdade. Phoebe é uma cantora meio hippie que, apesar da história de vida trágica, está sempre de bom humor. Os seis convivem intimamente juntos, se reunindo na cafeteria ou no apartamento de Mônica.
      Apesar de ter encerrado há nove anos atrás, a série ainda cativa fãs fiéis e que jamais deixarão o legado de Friends para trás. Atualmente, Matthew Perry (Chandler) está na série Go On, Corteney Cox está na série Cougar Town, Jeniffer Aniston (Rachel) tem se aventurado no cinema, em filmes de grande sucesso como Esposa de mentirinha e Caçador de recompensas, e Lisa Kudrow (Phoebe) faz algumas participações no cinema também, como no filme A mentira. David (Ross) e Matt Le Blanc (Joey) estão um pouco sumidos, e fazendo falta.  


quinta-feira, 14 de março de 2013

Dica de Seriado: Switched at Birth

   


     Com muitas lições de vida sobre família, amor, dificuldades e deficiências, Switched at Birth põe à mesa questões comuns do cotidiano. E outras não tão comuns, mas ainda assim de grande aprendizado.


Enredo

    A história é sobre duas meninas que foram trocadas na maternidade, separando-se de suas famílias biológicas. Anos depois os pais descobrem o erro do hospital e vão morar juntos em uma casa. A série tem um pouco de drama, comédia e romance. Bay Kennish (Vanessa Marano) é uma artista e luta para ser reconhecida pelos pais de criação; Kathryn Kennish (Lea Thompson) uma dona-de-casa que não gosta de ficar mal falada pelos vizinhos esnobes, e John Kennish (D. W. Moffet) um jogador de beisebol aposentado. Seu irmão de criação, Toby (Lucas Grabeel) é músico. O sucesso na carreira de John é o que o faz ter muito dinheiro, deixando a família Kennish morando na vizinhança rica da cidade. Daphne Vasquez (Katie Leclerc) é surda (devido a meningite, quando criança), e estuda em um colégio especial para surdos, mas ela consegue se comunicar com as pessoas ouvintes desde que tenha contato visual, para que ela possa fazer leitura labial. Ela mora na vizinhança hispânica da cidade com a mãe Regina (Constance Marie), uma cabeleira orgulhosa que já teve problemas com álcool, e sua avó. Apesar de certas divergências, as famílias vão tentando se acertar e conviver, para que as mães conheçam as filhas biológicas.

(via: Wikipédia)




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Dica de seriado: The Carrie Diaries

    
     Com apenas um episódio lançado, The Carrie Diaries já roubou meu coração. Narrando a história da jovem Carrie Bradshaw, antes do glamour de NY e da coluna Sex and The City, com outros amigos e outros relacionamentos. O seriado apresenta questões complexas e conflitos juvenis. 
    Carrie ainda é uma garota em seus dezesseis anos, virgem e inexperiente em outros aspectos também. Mas desde cedo, Carrie é brava e de atitude. O primeiro episódio situa-se em sua volta para casa depois de um tempo longe por causa da morte de sua mãe. Morando com seu pai e sua irmã Dorrit, Carrie assume uma maturidade precoce e tem mania de proteção com a irmã.
        Fãs jovens de Sex and the City, como eu, se apaixonarão pela série, que continua com o toque requintado do sexo e da moda, mas um quê mais contextual da problemática adolescente. Talvez um público específico de fãs não se interesse tanto, pois o tom adulto foi deixado de lado. De qualquer maneira, é muito válido para qualquer um assistir. É incrível como a jovem Bradshaw se encaixa na Bradshaw escritora e que se apaixona pelo Mr. Big.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Dica de seriado: Once Upon a Time

    
    Gosta de magia, aventura e romance juntos? Once Upon a Time é a pedida certa. A envolvente trama narra a estória de Emma Swan, uma garota solitária que tem um grande ressentimento dentro de si porque foi abandonada pelos pais ainda bebê. Mas o que ela não sabe é a grande responsabilidade que seu futuro lhe guarda.

     Em uma certa noite, no dia do seu aniversário, aparece um garoto em sua porta. Henry afirma ser seu filho, e diz também que uma grande maldição corre sobre todos os personagens de  contos de fadas. Maldição essa que somente Emma pode quebrar. Ela obviamente não acredita na segunda afirmação do menino, mas a primeira não é inacreditável, já que ela realmente chegou a dar seu filho para a adoção quando era mais jovem. 


      Ela, portanto, tem alguma consideração por Henry e assume a responsabilidade de levá-lo em casa. O garoto mora em Storybrooke, local onde supostamente todos os amaldiçoados estão presos por um feitiço de esquecimento. Emma não pretendia estender sua estadia, mas os pedidos insistentes do filho e a arrogância da mulher que acabou o adotando acabam a motivando a ficar. Emma se apega à cidade de uma maneira incrível e misteriosa. E se tornar cidadã de Storybrooke lhe renderá muitas aventuras.


       O seriado é muito bem articulado, remontando os conhecidos contos de fadas e entrelaçando-os cuidadosamente. Cada episódio traz uma nova surpresa e uma nova pergunta: Quem é esse personagem nos contos de fadas? Você pode gostar da resposta, ou não. Mas uma coisa é certa: ao final do episódio, você sempre será, de alguma forma, surpreendido.